Conta a história do modo como queres ela que seja – 1.ª parte

Pois é! O meu foco para continuar a escrever sobre esta temática permanece, assim como algum sentimento de oposição em levar a ideia avante.

Creio que a minha resistência se baseia essencialmente em argumentos como: “Que evidências (daquelas bem notórias) tens tu neste momento na tua vida, que possas mostrar aos outros, para validar aquilo que andas para aqui a escrever?” e na constatação de que a minha resposta é: “Não tenho!”

Neste instante, não há nada que eu possa deixar aqui que te sirva – e a mim também – como prova física e palpável da ideia que estou a tentar transmitir. Aproveitando-se desse facto a resistência abarca território e tenta levar-me a consolidar, que é realmente estapafúrdia, esta ideia de querer utilizar a imaginação como um veículo para ajudar na concretização daquilo que pretendo vivenciar, naquilo que consideramos como sendo o mundo real.

Contudo, não teremos nós feito isso a vida toda? Não terão sido todas as situações que vivemos o resultado de histórias que, de algum modo, fomos contando a partir do nosso imaginário? E não reconheces tu a resistência como uma personagem deveras ativa e presente em muitas dessas histórias?

Todavia, e por muito que nos sintamos tentados, não façamos dela a vilã da nossa narrativa. Até porque isto não é uma história sobre vilões, vítimas ou heróis. E embora qualquer um destes papéis seja eventualmente desempenhado por cada um de nós em certos momentos da nossa vida, neste continuo novelo que é o movimento da Vida a criar-se e a expandir, a vasta história que é contada por todos os elementos, todas as células, todos os átomos e partículas, é precisamente acerca disso mesmo: criação… e expansão. E assim sendo, numa história com tal enredo, somente podemos falar de criadores.

Sim! Estou a afirmar que, naquela que é a história da minha vida, sou eu quem cria a minha realidade.

Naquela que é a história da tua vida, és tu quem cria a tua realidade.

E como seres viventes de vidas dentro da Vida, que criamos na Criação, creio que este é mesmo o papel mais incrível que poderíamos desempenhar.

E se evidências são necessárias – as tais materiais, físicas e palpáveis – não precisas de te movimentar mais do que uns milímetros – ou talvez nem precises de te mexer – tal é a proximidade a que elas estão de ti. Afinal, não há peça de roupa, mobiliário, eletrodoméstico, artefacto, ferramenta, filme, música, quadro, livro, escultura, o que quiseres nomear, que não tenha tido início precisamente no campo da imaginação. Numa intenção

Tudo no Universo começa com uma intenção e as situações que se manifestam nas nossas vidas, que acabam por se tornar naquilo a que chamamos realidade, não constituem exceção.

Posto isto, será que costumas tomar atenção às histórias que tens andado a contar? Mesmo que essas histórias residam apenas no campo do teu pensamento, será que tens prestado atenção à forma como te sentes, à medida que vais desenvolvendo o enredo daquilo que vais contando?

Daquilo que vais criando…

Sem pretender generalizar, creio que passamos demasiado tempo a contar histórias que não nos servem. E não nos servem nem no serviço que nos prestam, nem no seu tamanho diminuto no qual insistimos em caber. Um tamanho tão reduzido e minguado, em que cada um de nós se tenta apequenar e rotular, só porque, de algum modo, fomos incentivados a acreditar nas histórias que outros contaram. Ilusórias narrativas em que escolhemos não só acreditar, mas recontar, e que nos vão mantendo tão aquém do tamanho que realmente temos.

Do tamanho que realmente somos.

E nós somos grandes.

Enormes.

Do ponto de vista quântico, nós somos infinitos!

Por isso, prepara-te!

Prepara-te para te preparares em não insistir mais em caber naquilo que não te serve.

Prepara-te para estares pronto.

Prepara-te para estares pronto a começar a contar a tua história… exatamente do modo como queres que ela seja.

Pela Coragem de escolher o Caminho do Amor, com leveza.

Susana Martinho

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Vamos semear sonhos? – 3.ª parte

Na semana passada, pela primeira vez desde que assumi o compromisso de escrever um texto por semana, não o consegui cumprir. Encontro-me numa situação laboral que me ocupa demasiadas horas (bem mais do que aquelas que seria suposto) e, com o acumular do cansaço, foi-se acumulando também uma sensação de descrença, em relação ao que por aqui tenho vindo a escrever (desvio para o caminho do medo).

Como tal, foi-me necessário fazer uma pausa e persistir em olhar para todas as circunstâncias à luz do que tenho vindo a aprender e a sentir. Foi-me necessário tirar algum tempo para sentir-me! Para conectar-me com o SER e conseguir estar aqui de novo, pronta para continuar e colocar os meus passos dentro do Caminho do Amor.

Achei até uma certa graça ao facto de a necessidade de fazer uma pausa ter surgido ao fim de 21 textos. Afinal, apregoa-se que para uma mudança se tornar efetiva requer 21 dias seguidos de prática. No caso, não foram 21 dias mas, 21 semanas. 🙂

Vinte e uma semanas que me foram essenciais para começar a considerar que Sonhar pode ser algo fácil de realizar.

Atualmente, atrevo-me mesmo a dizer que Sonhar é fácil. O processo é simples. Só que, devido às inúmeras voltas e reviravoltas que damos na vida, temos de (re)aprender a fazê-lo. E é aí que reside a dificuldade pois, para podermos sonhar de acordo com aquilo que somos, temos de reunir a Coragem necessária para descobrirmos quem somos. E, numa primeira fase, essa é uma viagem que muitos de nós podem não estar na disponibilidade de fazer.

Afinal, durante muito tempo, fomos incentivados a olhar para fora. A compararmo-nos com os outros, para que entrássemos num modo de competição que nos fizesse almejar tudo o que nos motivasse a despender tempo, esforço e dinheiro, para adquirirmos bens e profissões que pudéssemos ter, de modo a que pudéssemos ser supostamente felizes e bem-sucedidos.

Passámos anos a viver dentro desse paradigma, a cimentá-lo bem forte dentro de nós. E mesmo quando percebemos que esse modelo de nada nos serve, custa-nos a sensação de ter que o derrubar. Por um lado, porque estamos apegados à sua ideia. Ao trabalho levado a cabo, por anos a fio, para o erguer, bem alto e seguro. E, como se trata já de um exuberante edifício, com vários andares, só o facto de considerar a hipótese de derrubá-lo e elaborar toda uma nova construção, de raiz, paralisa-nos. Por outro lado, é do alto desse edifício que conseguimos percecionar o quanto nos afastámos do projeto inicial que desenhámos, enquanto ainda sonhávamos com a emoção do sentimento das singelas alegrias que nos faziam vibrar.

E é aí que constatamos que a altura desse edifício corresponde à distância que percorremos em relação a quem somos. Foram todas as vezes em que nos amámos um pouquinho menos que nos permitiram construí-lo. E como passámos tanto tempo a amarmo-nos um pouquinho menos, explode a dúvida de que consigamos resgatar o nosso amor-próprio.

Do topo daquele edifício, o sentimento mais nobre que podemos nutrir por nós mesmos, parece-nos um pequeno ponto, ínfimo, no horizonte.

Tão distante…

Tão distante que questionamos se valerá realmente a pena despender tempo a tentar regressar para ele.

E atendendo ao tempo das nossas vidas que aquele edifício tomou a construir, parece impossível que consigamos voltar a projetar um novo modelo, que esteja em harmonia com quem somos, e que o consigamos erguer desde os alicerces, tendo por base o amarmo-nos um pouquinho mais.

Por esta perspetiva, voltar a sonhar parece realmente difícil, distante… quase impossível.

Só que, tal como no caso da Torre ao estilo Rapunzel, basta escolheres mudar de perspetiva. Basta que escolhas, neste exato momento, amares-te um pouquinho mais.

Essa escolha é o suficiente para dares o Salto Quântico. Essa escolha é o estritamente necessário para que te permitas começar a diluir esse edifício e para que coloques os teus pés junto dos alicerces do teu Ser, dentro do Caminho do Amor.

Porém, ao fim de tanto tempo longe de ti, talvez te depares com alguma dificuldade em recordar como é que te podes amar um pouquinho mais. Pode ser que te encontres naquele ponto em que consideras que já não há nada para amar ou que nem vales a pena o esforço e o tempo da mera tentativa.

Pois eu atrevo-me a dizer que vales.

Tu vales a pena!

Posso não te conhecer. Posso não saber nada da tua história. Mas, o facto de estares desse lado é o suficiente, pois é a prova de que estás aqui. Incluído neste Universo onde tudo foi criado com uma intenção.

Por isso, não importa por onde começas. O que importa é que o faças: escolhe amar-te.

Já. Agora!

Olha para ti. Aprecia as tuas mãos, os teus dedos, as tuas unhas, os braços, as pernas, os pés… Se quiseres ser mais arrojado (porque não?), coloca-te em frente ao espelho e aprecia os teus olhos, o teu cabelo – ou a careca 🙂 – o nariz, os lábios, o queixo, o teu jeito de sorrir… um sinal qualquer que te seja característico. E, no meio dessa imensidão de possibilidades, descobre algo em ti que realmente gostes.

Sentes que te é mais desafiante começar pelo corpo físico? Tudo bem! Pensa nas características da tua personalidade. Quais são os traços do teu Ser que te fazem sentir na tua mais alta energia? É a tua simpatia? A tua generosidade? A tua sinceridade? A tua gentileza?

A lista de possibilidades é imensa…

Não importa que seja o corpo todo ou só a ponta da unha do dedo mindinho do pé direito. Não importa que transbordes autoestima pela tua personalidade ou que só consigas descobrir um traço dela que realmente aprecies. O que importa é que te foques nesse aspeto que consegues gostar em ti.

Foca-te.

Sente o quanto gostas dele.

Sente o quanto gostas desse bocadinho de ti.

E fica aí. Fica aí um pouquinho, só a sentir.

A amar-te.

Tu mereces.

Celebra o teu SER. Celebra-te com Amor-Próprio e estarás também a celebrar os teus SONHOS.

E em jeito de celebração da Páscoa, faz hoje, Agora, e sempre que necessário, esta Passagem para o Caminho do Amor.

E que tenhas uma Páscoa Feliz!

Pela Coragem de escolher o Caminho do Amor, com leveza.

Susana Martinho

Como te sentes em relação a sonhar? – 4.ª parte

Permitiste-te sentir o pulsar dessa força que tudo guia e que também vibra dentro de ti? Espero que sim! Vamos experimentar fazê-lo mais uma vez?

Vamos lá! 🙂

Fecha os olhos. Inspira profundamente. Muito devagar, expira todo o ar pela boca; deixa ir tudo o que estiver a mais e permite que todo o teu corpo se entregue a esse movimento. Deixa-o agir como ele quiser. Volta a inspirar profundamente. Coloca a consciência no teu peito… e sente!

É um exercício que dura apenas uma fração de segundos, no amplo conjunto dos segundos que compõem o nosso dia mas, neste caso, pelo bem que sabe, a variável tempo tem pouca relevância. Aquilo que verdadeiramente importa é que, ao te permitires sentir, tomes consciência de que essa força também vibra em ti.

Ela está nos teus órgãos, nas tuas células, nas tuas moléculas, nos teus átomos… no teu Ser!

Ela está em tudo o que conheces e até naquilo que não conheces.

Aliás, está principalmente naquilo que não conhecemos. Afinal, na dimensão do que é o Universo, aquilo que está para além do nosso conhecimento é vastíssimo. E este facto, por si só, é já é um indício da sua abundância.

Em toda a sua génese, natureza e desenvolvimento o Universo é Abundante.

E eu, tu… todos nós, estamos aqui como seres consequentes dessa superabundância. Como resultado de um momento de criação, de uma intenção.

Como refere Deepak Chopra, no livro Os Sete Princípios da Realização Pessoal, “tudo o que acontece no Universo começa com uma intenção”.

No momento atual, no meu nível de consciência, isto significa que só uma intenção repleta de Amor poderia criar algo tão grandioso e sublime.

Pelo Movimento perfeito, feito de vários movimentos, elaborados por tudo o que nos rodeia e por tudo o que somos; onde toda a ação, por muito individual que possa parecer, está incluída numa interação global, onde tudo está conectado ao mais ínfimo pormenor; só o Amor pode ser a Força que tudo guia.

E como, independentemente do ponto de vista estar direcionado para a perspetiva de tentar abranger o Universo no seu todo, ou o comportamento dos átomos e partículas isoladamente, tudo adquire uma dimensão muito abstrata – por um lado, devido à enorme extensão de todos os elementos; por outro lado, devido ao tamanho ínfimo dos mesmos… – eu gosto sempre de tentar ponderar estes conceitos por uma panorâmica que esteja mais de acordo com a nossa escala mental e visual: os fenómenos que facilmente observamos na Natureza!

Já observaste uma árvore? Já reparaste que ela não precisou de sonhar para crescer em todo o seu esplendor? Já reparaste que ela não teve de estabelecer planos e resoluções para cumprir a sua função e ter o seu lugar no Mundo? Já reparaste que essa árvore, para quem a observa, pode ser uma árvore de sonho?

Já te aconteceu olhares para uma árvore e, pela alegria que sentiste no teu coração, ao identificar a beleza que nela conseguiste vislumbrar, considerar que aquela árvore era um sonho?

Pode não ter sido necessariamente uma árvore mas, quase que consigo afirmar que, garantidamente, já te aconteceu algo assim. Com certeza que algum elemento da Natureza – uma flor, uma borboleta, uma ave, um lago, um céu limpidamente estrelado… -, num qualquer momento da tua vida, despertou esse sentimento em ti.

Quanto a mim, são inúmeras as vezes em que me encantei com a mera contemplação das paisagens místicas de Aveiro, com as suas salinas. Ou do oceano, espelhando variações cromáticas do azul, dourado e rosado, que se avistam no céu, durante um pôr-do-sol. São incontáveis as vezes em que me maravilhei com a simples luminosidade de um luar e dei por mim a pensar que estava a ter a oportunidade de vislumbrar uma paisagem de sonho.

Já reparaste também que, tal como a árvore, nenhum dos elementos que compõem estas paisagens teve de sonhar?

Tanto a árvore, como a flor, a borboleta, a lua ou o oceano não precisam de sonhar porque, já SÃO o sonho manifestado.

Já reparaste – mesmo – que tu também és um elemento deste todo? Que a matéria-prima que te forma é a mesma que originou a árvore, a flor, a borboleta, o sol, os astros…? Já reparaste que, também tu, és um sonho manifestado?

Por isso, perante a pergunta que nos acompanha há 4 semanas – Como te sentes em relação a sonhar?-, neste momento, eu espero que te sintas incrivelmente bem. Se é o caso, acende o peito com essa sensação de bem-estar e verbaliza as palavras, com vontade de te ouvir escutá-las: “Eu sinto que sou o Sonho!

Porque o És!

Pela Coragem de escolher o Caminho do Amor, com leveza.

Susana Martinho

Como te sentes em relação a sonhar? – 3.ª parte

Tens notado alguma diferença, na tua tomada de consciência, em relação ao caminho em que te moves?

A escolha entre o caminho do medo e o Caminho do Amor, apesar de presente, desde sempre, nas nossas vidas, creio que é feita, na sua maioria, de modo inconsciente. No entanto, tenho reparado que, embora ainda me mova muito pelo caminho do medo, o meu estado de consciência em relação a esse facto está muito mais desperto.

E contigo? Notas alguma diferença? Consideras que consegues identificar, com maior facilidade, em que caminho efetuas as tuas escolhas?

Espero que sim pois, para além de ser uma evidência de que estás a ficar mais conectado com o teu Ser, é também um sinal de que estás a ficar mais alinhado com a tua possibilidade de sonhar.

Estares desperto para consciência do caminho em que te moves, permite-te ter uma melhor noção da frequência em que estás a vibrar.

Este aspeto também se torna determinante para quem está habituado a encarar a vida como se ter pensamento positivo fosse suficiente para se ser capaz de sonhar e de ficar mais próximo de se ter o sonho concretizado. Não é!

Podes ter um pensamento positivo – “Eu quero viajar!”; “Eu vou conseguir um emprego melhor!”; “Eu vou ganhar mais dinheiro!”; “Eu quero um relacionamento saudável e feliz!”… – e estares a mover-te no caminho do medo. Ou seja, apesar do pensamento que formulas na tua mente, e que pode ser realmente considerado positivo, a emoção que vibra no teu coração, e que se difunde pelos átomos do teu corpo, é o medo.

Por exemplo, podes muito querer viajar mas, sentes medo de não conseguir comunicar noutro país, numa língua que não conheces; podes querer mudar de emprego mas, sentes medo de ficar sujeito à incerteza da adaptabilidade a um novo trabalho; podes querer ganhar mais dinheiro mas, como acreditas que as pessoas que são mais ricas são desonestas, sentes medo de te tornares numa pessoa desonesta caso enriqueças; podes querer um relacionamento saudável e feliz mas, como cada um aceita o amor que acha que merece, poderás sentir medo de não ser merecedor desse amor…

Aquilo que acabei de enumerar são meros exemplos, que não têm de ser aqueles que existem na tua realidade. Contudo, espero que funcionem como um catalisador, para que te seja mais fácil identificar os medos que sentes, por muito que a tua mente te tente convencer que tens um pensamento positivo e que isso é quanto basta.

Chega a ser impressionante a facilidade com que vamos fazendo as nossas escolhas pelo caminho do medo, sem percecionar que nos estamos a conectar com a escassez. Sem perceber que caminhamos pela Vida – que, por si só, é Abundância – com a constante sensação de que nada é suficiente. Onde o nosso foco reside, essencialmente, no facto de não nos sentimos merecedores.

E essa escolha é feita por cada um de nós. Essa escolha é minha. Essa escolha é tua. Mesmo nestas circunstâncias continuas a ser cocriador da tua realidade. Se vibras pelo medo, vais continuar a atrair e a focar-te em situações, eventos e pessoas que justificam e validam os medos que sentes.

Colocado desta forma, creio que fica óbvio que o caminho do medo permite-nos apenas materializar isso mesmo: medos! Ou seja, o caminho do medo não é um caminho que nos permita sonhar…

Por tudo isto, lembra-te de escolher o Amor sobre o medo! E faz essa escolha tantas vezes quantas as necessárias.

Afinal, qualquer sonho que consigamos formular, envolve que nos tornemos mais abundantes, mais prósperos. E há apenas um caminho que nos leva aos nossos sonhos, colocando-nos na direção da sua concretização: aquele que emana da Fonte Criadora. Aquele que vibra, que É: Amor!

Independentemente do consenso de ter ocorrido ou não um Big-Bang, se atualmente somos capazes de conceber que tudo o que conseguimos: ver, sentir, cheirar, ouvir, saborear, tocar; provém de uma mesma matéria-prima (átomos) e que a força que guia todos os astros, galáxias, planetas e estrelas também nos guia a nós, então, podemos confiar que essa Fonte é incrivelmente abundante.

Podemos confiar que essa força vibra na frequência universal que tudo une, que tudo conecta: o Amor.

E tu não és exceção. Tu também és proveniente dessa Fonte! Consegues senti-la a pulsar dentro de Ti? Fecha os olhos, respira profundamente, coloca a consciência no teu peito e sente! E agora… sonha!

Pela Coragem de escolher o Caminho do Amor, com leveza.

Susana Martinho

Como te sentes em relação a sonhar? – 2.ª parte

Na semana passada, na partilha que fiz convosco, expus o meu percurso em relação ao que senti, ao longo da vida, em relação a sonhar.

Comecei por me sentir uma sonhadora, que associava o concretizar dos sonhos ao resultado do esforço e da luta. Numa fase seguinte, misturei de tal forma o Ser com o ter uma profissão, que me esqueci de quem era. E quando a Vida me levou o Ter, e me senti sem o Ser, projetei toda a responsabilidade da dor da perda que daí adveio para o facto de ter sonhado. E foi assim que entrei no momento de sentir que sonhar era um equívoco.

No ano passado, através de diversas fontes de conhecimento que me foram chegando, tive oportunidade de contactar mais com a Física Quântica e com a minha Espiritualidade. 2017 foi, para mim, um ano de despertar. E embora ainda não me sinta inteiramente capaz de colocar em prática todos os ensinamentos que adquiri, aprendi o suficiente para perceber que a Vida é sábia. Foi movida por essa sabedoria que ela não teve outra alternativa senão ter-me levado o Ter, para que, nessa perda, eu pudesse reencontrar o meu Ser.

É que apesar de não nos ser fácil reconhecer, cada perda traz consigo a delicadeza de uma oportunidade. No entanto, é necessário aprender a ajustar o olhar, a direcionar o foco, para que a consigamos vislumbrar.

Naquela altura, o meu foco ficou tão direcionado na aparente perda do Ser, que levei muito tempo a compreender que me estava a ser dada a oportunidade para voltar a reconectar-me com a minha essência. E foi somente no momento em que este entendimento adquiriu clareza, que consegui perceber que, afinal, não havia nada de errado em sonhar.

Não tinha sido o sonho o responsável por aquela perda. A única responsável era eu, através das escolhas que tinha feito.

Foram as minhas escolhas que me levaram àquele ponto de fusão do Ser com o Ter. Portanto, foram também as minhas escolhas que atraíram a perda do Ter, para que eu tivesse a oportunidade de perceber, que mesmo sem o Ter, eu continuava a Ser.

E, pelo meu nível de consciência, é neste instante que a Física Quântica se torna crucial para um melhor entendimento de todo este processo.

“Se queres descobrir os segredos do Universo, pensa em termos de energia, frequência e vibração.”

Nikola Tesla

Já por aqui foi falado que tudo é energia. Isto também significa que tudo tem uma frequência… e nós não somos exceção.

Somos seres igualmente formados por átomos. O nosso Ser é energia. O nosso Ser tem uma frequência vibratória.

Por outro lado, cada um de nós é único no mundo.

Aliando estes factos, isto significa que cada ser humano é uma energia única e é por isso que faz tanto sentido falar em essência.

O nosso Ser verdadeiro é-o em essência e cada essência é singular.

E em termos de frequência energética, apesar da singularidade de cada um, todos conseguimos aceder a diferentes frequências que nos são comuns.

É por isso que, ao contrário daquela frase tantas vezes dita e ouvida – “os opostos atraem-se” -, o que acontece realmente é que semelhante atrai semelhante. Ou seja, atraímos para junto de nós, para a nossa Vida: eventos, situações e pessoas que vibram na mesma frequência que estamos a emanar.

Somos mesmo responsáveis por tudo o que vivenciamos. Por tudo o que escolhemos. Somos, como cada vez é mais frequente ler e ouvir o termo, cocriadores da nossa realidade.

Para quem pondera que está a viver a vida dos seus sonhos, a tomada de consciência destas considerações talvez se efetue de modo quase osmótico. Porém, para quem olha para a vida ao seu redor e considera que os eventos, situações e pessoas nela presentes não estão de acordo com o que deseja, esta informação torna-se algo indigesta. Conheço a amargura desse sabor…

Se este for o teu caso, e se por aqui me tens vindo a acompanhar, questiona: em que caminho estás a fazer as tuas escolhas? Neste exato momento, consideras que te estás a mover no caminho do medo ou no Caminho do Amor?

Pode parecer repetitivo – e realmente é – porque, a escolha que fazemos entre esses dois caminhos é uma constância, não só na vida, mas a cada instante do dia.

Num só dia, deparamo-nos com imensas situações que, por muito insignificantes que nos possam parecer, requerem que façamos esta escolha. E nós fazemo-la…

Tenta olhar para o teu dia de hoje e perceber em qual dos caminhos te posicionaste de cada vez que tiveste de realizar alguma atividade ou ação.

Consegues perceber em qual deles te movimentaste mais?

Lembra-te que este é um espaço de não julgamento, onde não existem respostas certas ou erradas. Este é um espaço que visa potencializar o nosso desenvolvimento. E digo o “nosso” porque, antes de a mensagem chegar a ti, é a mim que a estou a transmitir em primeiro lugar.

Por isso, se te deparares com a amargura do sabor do reconhecimento de que te movimentaste mais pelo caminho do medo, lembra-te que a tua responsabilidade anda de mãos dadas com a tua liberdade. E quando esta lembrança estiver presente na tua mente, deixa que ela se transforme na emoção que irá substituir esse sabor amargo, pela fresca doçura do sabor de teres sido livre.

E em jeito de resposta à questão colocada na imagem do texto, atrevo-me a afirmar: foste livre para escolher. Também és livre para sonhar

Pela Coragem de escolher o Caminho do Amor, com leveza.

Susana Martinho

É preciso coragem para escolher o Amor sobre o medo… – 7.ª parte

Escrever e falar de Física Quântica – a ciência que estuda na natureza aquilo que ela tem de mais pequenininho, os componentes básicos da matéria -, para mim, que não sou entendida na temática, não é tarefa fácil. Aliás, todo o conceito da Física Quântica, para mentes que foram educadas a agarrar-se a formas e a conceitos concretos, constitui-se como algo muito abstrato. Complexo. Creio que chega até a ser difícil de “digerir”.

É certo que já assisti a vários vídeos sobre o tema, li diversos conteúdos, assisti a palestras online e, atualmente, já consigo conceber que foi a descoberta da Física Quântica que nos permitiu perceber a própria da Física Quântica que, ao fim ao cabo, sempre existiu. Estamos completamente rodeados por ela. Mais do que rodeados, estamos imersos, visto que ela está em nós, no âmago da nossa constituição.

Como não sou uma profissional dessa área, não me sinto à vontade para utilizar termos demasiado técnicos. Porém, como, de algum modo, consigo alcançar a sua presença no nosso ser, na nossa vida, no mundo… no Universo, torna-se inevitável que, neste ponto, eu tenha de lhe fazer referência. E que essa referência por aqui vá permanecer.

Contudo, escrevo-vos à luz do meu próprio entendimento, da minha própria consciência e espero ser capaz de transmitir os conceitos de forma simplificada, embora eles sejam extremamente complexos de tão simples que são (sim, escrevi simples, porque, se a Física Quântica nos permite conhecer os comportamentos das partículas e elas sempre se comportaram assim, então, ela só pode ser: simples!).

E embora a minha mente ainda tenha dificuldade em abranger toda a complexidade que envolve poder entendê-la e explicá-la, foi-me muito fácil abraçar a ideia da sua presença, a partir do momento em que percebi que, se os átomos são maioritariamente energia, e se tudo o que conhecemos – e mesmo o que não temos ainda capacidade de conhecer – é formado por átomos, então, tudo é energia. Nós próprios, como seres formados por átomos, somos essencialmente energia.

Curiosa, fui tentar pesquisar sobre a quantidade de átomos que podem formar o corpo humano e deparei-me com um momento de ginástica mental, pois, a maioria da informação disponível está em português do Brasil e, apesar de os significados linguísticos serem extremamente semelhantes, no que respeita a números, 1 bilhão, por exemplo, não é, nem tão pouco mais ou menos, o mesmo que 1 bilião no lado de cá do Atlântico. Sendo que, pelos 3 zeros que separam os números, mais vale ter 1 bilião na mão. 😉

Portanto, quando encontrei a informação de que o corpo humano é composto por cerca de 7 octilhões de átomos (27 zeros à direita do 7), lá fui procurar pela maneira de escrever/ler esta quantidade em português de Portugal. E, embora não seja minha intenção tornar este texto numa aula de matemática, parece que, no português deste lado do oceano, se diz que o corpo humano tem cerca de 7 mil quatriliões de átomos.

Em suma, são mais do que muitos…

E sem entrar muito na ideia da vasta quantidade deles que é renovada (como temos células a serem regeneradas a todo o instante, muitos destes átomos saem do nosso sistema e são substituídos por outros), o que aqui importa ressaltar é mesmo aquela colossal quantidade. E, partindo daí, fazer a ligação com o Salto Quântico.

Se num átomo sozinho, quando o eletrão recebe uma certa quantidade de energia ocorre um salto quântico, imagina o que poderás conseguir fazer com toda essa quantidade de átomos que estão em ti, se os conseguires colocar a vibrar em frequências mais elevadas.

Salto Quântico 1

E este é um dos aspetos em que reside a sabedoria da Física Quântica aplicada na vida real. Afinal, se o eletrão precisa de receber energia para dar o salto, cada um de nós possui a capacidade de gerar essa energia em si mesmo.

Podes acreditar: todas as ferramentas que precisas estão em Ti.

E é apenas com as ferramentas que dispões, e que só tu podes usar, que podes criar essa energia, através das escolhas que fazes todos os dias e tantas vezes no mesmo dia.

E bastam módicos fragmentos de tempo, no tempo do teu dia. Pequenos instantes. Aqueles singulares momentos quando escolhes: aceitar a tua vida e todas as condições que nela existem; quando escolhes perdoar-te pelos momentos em que escolhes desviar-te para o caminho do medo; quando escolhes acolher-te em toda a tua plenitude, sem rejeitares o teu lado sombra, pois ao negares a tua sombra, também rejeitas a tua Luz – e tu és inteiro pela sombra e luz que conténs -; quando escolhes conectar-te com a tua essência, sem dar azo à voz do ego/resistência; quando escolhes nutrir o amor por TI; quando escolhes parar, nem que seja apenas por um pouquinho, e te permites sentir tudo o que cada uma destas emoções emana…

– aproveita e fá-lo agora. Já. Neste momento. Respira profundamente e permite-te sentir. Sentir-te. Fica aí, um minutinho, somente a sentir. Tudo o que tiveres para sentir. Não julgues, não rejeites. Acolhe. Sente. Respira profundamente e deixa ir. -;

… quando escolhes criar Coragem para fazer cada uma destas escolhas; quando escolhes entregar e render-te ao Fluxo da Vida; quando escolhes partilhar a tua luz com o mundo; quando escolhes agradecer… E temos tanto para agradecer. Todos os dias!

Está mesmo evidente que é uma escolha, não está?

Cada uma delas é uma escolha do Amor sobre o medo. É uma escolha que só tu podes fazer. Quero crer que também esteja evidente que tudo isto está ao alcance das tuas mãos. Não referi nada que tu não possas escolher fazer.

E é quando escolhes fazer uma destas escolhas, ou um pouco de várias delas, que estás a criar a energia para o teu Salto Quântico.

Ao escolheres mudar a tua perspetiva, deixas de estar como o eletrão, sempre a girar em torno de um ponto (situação), sem nunca mudar de órbita. Esta mudança de perspetiva é o salto quântico da tua Consciência e é ela que te coloca no Caminho do Amor.

É assim que sais da órbita do caminho do medo e saltas para a órbita do Caminho do Amor, sem nem precisar de realizar o esforço físico de saltar. Basta mudar a perspetiva. Basta escolher o Amor sobre o medo.

E com a proximidade do Natal, o momento não poderia ser mais oportuno. Na generalidade, esta é uma altura em que andamos mais conectados, mais focados na essência, nos afetos, na gratidão, na partilha… Por isso, no embalo da oportunidade, deixo os votos para que aproveites esses sentimentos e emoções que afloram em ti. Inebria-te neles, e por eles, e cria a energia que te permite colocares-te no Caminho do Amor.

Coragem! Que tenhas um bom salto… e um bom Natal também.

Pela Coragem de escolher o Caminho do Amor, com leveza.

E o tema rendeu 7 partes! De acordo com este dicionário, o sete representa a totalidade, a perfeição, a consciência, a intuição, a espiritualidade e a vontade. O sete simboliza também uma conclusão cíclica e a renovação – o fim de um ciclo e o começo de um novo.

 Para mim, nascida a 7 do 7, tendo completado 37 anos este ano, habitando um corpo que tem cerca 7 mil quatriliões de átomos, estar a escrever estas palavras, na altura do Natal de 2017, naquele que foi o ano do meu grande despertar, não é mera coincidência, mas sim, um momento de incrível sincronicidade. Obrigada, Universo, e a todos(as) que me têm apoiado e acompanhado nesta jornada! Com vocês, isto faz muito mais sentido! ❤

Susana Martinho

É preciso coragem para escolher o Amor sobre o medo… – 6.ª parte

E então, conseguiste usar a ferramenta do perdão? Ou, pelo menos, colocaste-te na disponibilidade de a começar a utilizar?

Eu estou no processo! Talvez haja quem o consiga quase no imediato. Talvez… Contudo, creio que não é algo que se consiga de um momento para o outro. Leva tempo e cada pessoa terá o seu.

Cada pessoa sabe como construiu a sua própria torre. Apenas cada um tem conhecimento da quantidade de blocos que utilizou, do material de que são feitos, da altura que ela atingiu, se tem ou não telhado, ou janela… É mesmo caso para dizer: cada um sabe de si!

Porém, há algo que será certamente comum, embora este seja o momento em que me dirijo a ti, de forma individual: levou-te tempo a erguer essa torre. Talvez anos e anos da tua vida… talvez o somatório de todos os que tens até ao momento. Dedicaste-lhe energia, cuidado e entrega. Poderás até ter sido minucioso na colocação e alinhamento dos blocos, para que essa torre cumprisse a sua função protetora de forma rigorosa. Portanto, é provável que, também tu, estejas agora algo apegado a essa construção que ergueste com tanto carinho e empenho.

Se assim é, não te exijas. Não queiras detonar essa tua torre sem respeitar a relação de tempo de ignição do rastilho, sob o risco de os blocos se abaterem sobre ti, deixando-te abafado, suprimido e rodeado por um ar irrespirável.

Não te exijas, mas mantém o compromisso. Firma essa vontade que se ergueu de começares a ser mais capaz de escolher o Caminho do Amor e compromete-te a criar Coragem para ir derrubando essa torre. Pouco a pouco, no teu tempo, mas com perseverança e persistência.

Vou repetir: não te exijas! Respeita o teu tempo, mas vai sempre.

No meu caso, o desmoronamento da minha torre começou lá pelo telhado. Cada telha começou a soltar-se, foi deslizando, pelo lado de fora, e esfumou-se durante a trajetória da queda, para que não restasse qualquer estilhaço para embater no chão.

A cada fragmento que se soltava lentamente, a cada bloco que se abatia e se desvanecia, fui percebendo que se colocava, diante de mim, uma entrada para o desconhecido…

Lembras-te que referi que o passo que te estava a convidar a dar equivalia a um salto quântico? Pois bem, é aqui que tenho de fazer uma paragem para podermos relembrar alguns conceitos, que a grande maioria de nós aprendeu na escola.

Creio que todos conseguimos ter presente a imagem de um átomo e nos lembramos que ele é formado por um núcleo, que contém neutrões e protões e, à sua volta, em órbitas fixas que apresentam distâncias variadas, circulam eletrões, que se vão mantendo numa órbita particular. E, durante muito tempo, pensou-se que os eletrões se mantinham a circular sempre na mesma órbita.

Entretanto, com os avanços da Física Quântica, foi possível observar que os eletrões podem mudar de órbita. Quando um eletrão recebe/absorve uma dada quantidade de energia (quantum), ele pode saltar de uma órbita mais próxima do núcleo do átomo, para outra mais distante. Por outro lado, quando o eletrão liberta/emite essa mesma quantidade de energia, volta da órbita mais distante do núcleo, para aquela que lhe é mais próxima (faz o caminho inverso).

O que é verdadeiramente fascinante neste processo, e que o torna num conceito tão abstrato para a nossa mente, que adora agarrar-se a coisas concretas, é que nestas mudanças, de umas órbitas para as outras, o eletrão não se move pelo espaço que existe entre elas para chegar à sua nova localização. O eletrão simplesmente desaparece de uma órbita e aparece na outra, sem percorrer qualquer trajetória. E é este fenómeno que é designado por Salto Quântico.

Salto Quântico

  • “Um salto quântico é uma mudança de posição de um conjunto de circunstâncias para outro conjunto de circunstâncias, que ocorre em termos imediatos, sem se passar pelas circunstâncias intermédias.”

Deepak Chopra, Os Sete Princípios da Realização Pessoal

E se te estás a questionar em que medida estes conceitos da Física Quântica se relacionam com o que tenho vindo a escrever, então, reflete comigo. Repara nas circunstâncias da tua vida…

Consegues identificar os momentos em que insistes em viver como um eletrão, girando em torno de um mesmo ponto, sem nunca mudar de órbita?

Enquanto a tua, a minha, a nossa consciência do conhecimento for esta, vamos ficando presos nas mesmas condições, que nós próprios vamos gerando, através: dos nossos pensamentos, crenças, preocupações, mágoas, repressões, queixumes, de todas as escolhas que fizemos (e fazemos) para nos deslocarmos no caminho do medo…

É aqui que começamos a construir a nossa torre – cada um a sua – e, na continuidade de nos mantermos nessa órbita, continuamos também a acrescentar-lhe blocos, cimento, altura… telhado. Ficamos trancados nestas torres, por vezes sem janelas, e confinados ao espaço que nós mesmos delimitámos. Porém, tal como temos vindo a desvendar, todas as ferramentas que precisamos para sair destas torres – cada um da sua – estão em cada um de nós e apenas cada um pode utilizar as suas.

Se a tua torre ainda não tinha telhado, ou se, mesmo com telhado, tiveste o cuidado de lhe deixar uma janela, aproveita essas aberturas e inspira profundamente, como se estivesses a levar ar a todas as células do teu corpo.

Por outro lado, se a tua torre era como a minha, mas já permitiste que ela começasse a desmoronar, aproveita essas novas entradas para o desconhecido e renova o ar nos teus pulmões. Inspira profundamente também e prepara-te para dar uso às tuas ferramentas.

Algumas já encontrámos. Outras teremos de ir procurar. Mas, há uma garantia que eu consigo dar-te – por muito presunçoso que isto possa parecer 🙂  – : todas as ferramentas que precisas estão em TI. Por isso, prepara-te. Prepara-te para saltar!

 

Quanto mais escrevo e vou enveredando pelo caminho do autoconhecimento, mais vontade tenho de dar esse salto quântico. Mais vontade tenho que outras pessoas também o deem. E tu, queres saltar?

Pela Coragem de escolher o Caminho do Amor, com leveza.

Susana Martinho